Meu nome não é Johnny

Na onda do sexo, drogas e rock’n roll, ele se jogou com vontade e viveu intensamente sua adolescência entre os anos 70 e 80. Inteligente, simpático e com um senso de humor sensacional (que cai como uma luva em Selton Mello), ele era muito popular entre os amigos.
Tudo começou na adolescência com o típico cigarrinho de maconha depois de algumas ondas, sentado nas areias do Arpoador. E como todo aquele que está disposto a curtir a vida a todo e qualquer custo, logo passou para o consumo de cocaína. Com o tempo, ele cresceu nesse mundo e de simples usuário de droga, passou a vendê-la para os amigos. E a coisa cresceu tanto que ele passou a ser um dos principais traficantes da Zona Sul do Rio. A coisa foi crescendo cada vez mais e João era conhecidíssimo nesse sub-mundo da alta classe-média carioca, até que conheceu Felipe, um traficante que tinha um amplo mercado na Europa, e propôs a João que ele fizesse o transporte de um lote de cocaína até lá, e ele embarcou nessa onda, passando de mero traficante carioca, para um esquema internacional.
Gostei da tirada de Johnny, quando lhe perguntaram o que fazia:
"Nada, e sou muito bom no que faço"
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
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1 comentários
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Anônimo says:
Se tratando de Selton Mello, não poderia esperar nada mais clássico. Um dos melhores filmes que ele atuou, sobre a história de uma cara que comeu o pão que o diabo amassou, mas viveu como quis. Um grande exemplo de superação!
Show de bola o blog Léo.
Abraço!